4 de março de 2010

Há momentos em que a inspiração seca. Secam as palavras e as frases bonitas. Já fiz uma postagem sobre o assunto certa vez: a absoluta falta de inspiração é das angustias mais angustiantes que podem acometer o ser humano. Às vezes penso que escrever não é igual a andar de bicicleta — eu nunca fiquei tanto tempo sem atualizar o blog. Entretanto, não pude deixar de aparecer por aqui hoje. Dias e dias após minha última visita, vejo como ainda tem que me leia. Dos cinco seguidores que antes tinha, passei para oito. Que tirem sarro os que agora me lêem (e sobretudo os que não me seguem). Fato é que houve época na qual o Ismo a esmo tinha somente dois seguidores. Em menos de sessenta dias — em ainda não completos dois meses — um crescimento de 300%. Um verdadeiro boom!

7 comentários:

Aguiar disse...

É fato. Um silêncio incômodo este dos últimos tempos. O chato é que, após um começo de ano de tanta loquacidade, fevereiro mostrou ser mesmo o mês do Carnaval (nem mesmo você pôde resistir à tentação). Bem, acho que já conversamos sobre um episódio em que o Saramago justificava um grande hiato em sua produção com o simples argumento de que o melhor, quando não há o que dizer, é permanecer calado. Está aí uma boa maneira de envernizar nossos clichês (Por que raios escrevo o comentário?).

Bem, por cá, sigo um seguidor fiel a despeito de não ser perene o rio.
Deixo meu feedback com um abraço.

Gabriel Kassab disse...

Ainda tem quem o leia? Você deve estar brincando. Apesar de tanto tempo sem passar por aqui, acompanho o blog sempre pelo RSS. Já estava com saudade de comentar.
Abraço do amigo Gabriel (Banca do Zé).

Beatriz R. disse...

Quanto tempo, hein!
Agora são nove seguidores.

Anônimo disse...

só para registrar, sou um leitor regular! assinado: kobra.

Paula Kaufmann disse...

Não Pergunte Quantos somos

Gabriel disse...

Eu acho que, às vezes, o próprio silêncio faz sentido, e concordo com você: a falta de inspiração é mesmo a pior das angústias. Porque a dor a gente pode transformar em luta, mas a falta de inspiração, no que podemos transformar?

Mas de toda forma, se não há a palavra, perdura a vontade de falar. Esse é nosso refúgio, e pode ser nossa salvação...

Abraço!

Marco A.de Araújo Bueno disse...

Não seu seguidor, P^p, senão que seu discípulo, no conjunto da obra.

Obs.: Curioso, ouvia aquela música do Chico com Paulinho da Viola ('Olá, com vai/Eu vou indo, e você. tudo bem...)e pensei - sempre nunca lembro de tocar isso ao violão quando o Pedro vem. Saudade, obrigado pelo commente no DE Chaleira