22 de novembro de 2008

Ainda

Ainda sobre empreendedorismo. Ontem, logo após escrever aqui a minha postagem, fui almoçar, assistindo à tevevisão, no canal Sportv. Pois lá, coincidentemente, falava-se de empreendedorismo. O convidado especial do programa era o dono de uma rede de contatos entre empreendedores. E o papo da mesa intelectualizou-se. O apresentador resolveu falar sobre a revolução industrial, perguntando se, com ela, havia sido alterado o espírito empreendedor nas pessoas, para melhor ou pior.

Vestindo uma camiseta em que estava escrito "Faça e aconteça", o convidado especial do progama começou sua resposta: para ele, essa história de que o advento das máquinas, na revolução, gerou desemprego era balela. Na verdade, dizia, as máquinas obrigaram as pessoas a deixar de realizar o trabalho que faziam, "trabalho pesado", que não exigia delas inteligência, para realizar trabalhos mais apurados, que exigiam o intelecto. Resumindo a resposta, disse que a revolução industrial não gerou desemprego, mas qualificou a mão-de-obra.

Quem quiser, seja adepto ao empreendedorismo da moda. Mas, por favor, adepto ao igrorantismo não.

Um comentário:

O Bororó disse...

Hahahhaa

Será que a maquinaria não substituiu mesmo a mão de obra?

Desemprego estrutural é coisa do além?

Eu vi esse programa e pensei o mesmo!